Seguro Turismo de Aventura: proteja seus visitantes
Para atrativos, guias, agências e redes de turismo. Acidentes Pessoais para pessoas e grupos.
Para atrativos, guias, agências e redes de turismo. Acidentes Pessoais para pessoas e grupos.
por pessoa por dia
capital de até R$ 100 mil
capital de até R$ 100 mil
até R$ 20 mil por acidente
você envia os segurados e paga a fatura
O que é e quanto custa o seguro para turismo de aventura?
É um seguro de Acidentes Pessoais coletivo: o operador do atrativo, guia ou agência contrata, e cada visitante entra como segurado nos dias de atividade. A depender do valor das coberturas contratadas, fica entre R$ 3 e R$ 10 por pessoa por dia, com capitais de R$ 30 mil a R$ 100 mil. O preço final sai da análise da sua atração: atividades, movimento e histórico de incidentes.
atrativo, guia, agência ou rede
só nos dias de atividade, por pessoa por dia
análise, emissão, lista mensal e sinistro
Por que oferecer seguro aos seus visitantes?
Proteção para o seu caixa, argumento de venda e porta de entrada em parcerias
Responsabilidade e dever de oferta
O Decreto 7.381/2010 (art. 34) manda o prestador de turismo de aventura oferecer seguro facultativo que cubra as atividades de aventura. Ter o seguro estruturado resolve a exigência e protege o seu caixa num incidente.
Argumento de venda ao visitante
Visitante segurado entra mais tranquilo e indica mais. O certificado e a pulseira de identificação viram selo visível de profissionalismo da sua atração.
A cadeia do turismo exige
Agências, plataformas de day use e organizadores de eventos preferem fornecedores com seguro. Sem ele, sua atração fica de fora de pacotes e parcerias.
Seus clientes vão chegar perguntando
Turista pesquisa antes de ir. Guias de viagem e assistentes de IA já ensinam a checar se o atrativo tem seguro, Cadastur em dia e gestão de segurança conforme as normas técnicas (ABNT ISO 21101).
Do cadastro da atração ao visitante coberto, em 5 passos
1. Cadastro da atração
Você preenche o formulário com os dados da atração, o movimento mensal e o histórico de incidentes
2. Análise da seguradora
A CDF encaminha os dados da atração para a análise da seguradora
3. Proposta e Assinatura
Você recebe a proposta do seguro e a assina digitalmente
4. Lista mensal
Você manda a lista de segurados pra gente mensalmente e paga a fatura referente a eles. O seguro é pago por mês e é muito fácil submeter a lista de segurados no nosso sistema
5. Visitante coberto
Cada visitante recebe a identificação da proteção, como pulseira ou certificado, válida no dia da visita
O cadastro para análise é gratuito e sem compromisso. Você decide com a proposta na mão.
Para quem é esse seguro?
Quem opera atividade de aventura com visitante dentro tem o que proteger
Atrativos e parques
Cachoeiras, grutas, parques de aventura, tirolesas, arvorismo e day use
Guias e condutores
Quem conduz grupos em trilha, rapel, cicloturismo e travessias
Agências e receptivos
Pacotes e roteiros com atividades de aventura na programação
Organizadores de excursões e eventos
Pedais, corridas de montanha, travessias, excursões e romarias
Redes, associações e territórios
Uma rota turística, uma associação ou um território inteiro pode estruturar a proteção ao visitante para todas as atrações de uma vez. É o desenho mais eficiente por visitante e o que mais fortalece o destino. Página dedicada em breve.
Quais coberturas, capitais e exclusões?
Planos de referência dos produtos que operamos, por visitante. O plano da sua atração sai na proposta
Assistência funeral de até R$ 3 mil
Traslado ilimitado pela assistência 24h (SAS 0800)
Assistência funeral de até R$ 3 mil
Traslado ilimitado pela assistência 24h (SAS 0800)
Assistência funeral de até R$ 3 mil
Traslado ilimitado pela assistência 24h (SAS 0800)
Assistência funeral de até R$ 3 mil
Traslado ilimitado pela assistência 24h (SAS 0800)
Capitais de referência dos produtos que operamos hoje, não são promessa da CDF. O plano da sua atração, com coberturas e preço por visitante, sai na proposta, após a análise da seguradora.
O que normalmente fica de fora
- Canionismo e atividades aéreas (parapente, balonismo, paraquedismo) normalmente têm análise específica da seguradora. Pergunte antes: estamos negociando inclusões para a região.
- Exclusões típicas do ramo: competições profissionais com veículo a motor, atos ilícitos e situações fora da atividade declarada na apólice.
- Cada apólice traz a lista exata nas condições gerais. A gente nunca promete cobertura que não está escrita.
Existe seguro válido só no dia da visita?
Existe, e é exatamente esse o formato daqui: o visitante fica coberto apenas nos dias de atividade, e o operador paga por pessoa por dia. Não tem mensalidade por visitante nem contrato individual para cada turista.
Algumas pessoas procuram por "seguro avulso" de um dia. No turismo, o nome usual é seguro diário por visitante, ou proteção day use. A CDF entrega esse formato por meio do operador do atrativo: você visita, a atração ativa a sua cobertura naquele dia e pronto.
Quem responde pelo seguro?
A CDF Seguros é uma corretora de seguros registrada na SUSEP, o órgão federal que fiscaliza o mercado segurador. A gente desenha o plano com a seguradora, emite, coleta as listas mensais e acompanha você no sinistro. Havendo sinistro, a seguradora é quem quita.
Quer conhecer a corretora? Veja quem somos.
Perguntas Frequentes
Tire suas dúvidas sobre o seguro para turismo de aventura
A depender do valor das coberturas contratadas, fica entre R$ 3 e R$ 10 por pessoa por dia, com capitais de R$ 30 mil a R$ 100 mil. O valor final da sua atração sai da análise da seguradora, que considera atividades, movimento e histórico de incidentes. Quem contrata é o operador; o visitante não paga nada à seguradora.
Nenhuma lei obriga o visitante a ter seguro para fazer trilha. Para o operador, o Decreto 7.381/2010 prevê a oferta de seguro facultativo nas atividades de turismo de aventura. Na prática, trilhas com travessia, rapel ou banho de cachoeira são exatamente onde o seguro de Acidentes Pessoais mais faz diferença.
As coberturas centrais são Morte Acidental, Invalidez Permanente por Acidente e Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas, além de auxílio funeral em muitos planos. Ficam fora as exclusões listadas nas condições gerais, como competições profissionais com veículo a motor e situações fora da atividade declarada. Canionismo e atividades aéreas costumam exigir análise específica; pergunte antes de contratar.
Você cadastra a sua operação como atração e informa as atividades que conduz. Aprovada a análise, você inclui os clientes de cada saída na lista mensal e todos ficam segurados nos dias de atividade. O custo por pessoa por dia pode ser embutido no preço do seu passeio.
O mesmo formato de Acidentes Pessoais coletivo por dia atende excursões, romarias e caravanas. O que muda é a análise: as atividades declaradas são outras e o preço reflete esse risco. Fale com a gente pelo WhatsApp que a CDF desenha o plano do seu grupo.
O Decreto 7.381/2010, que regulamenta a Lei Geral do Turismo, prevê que o prestador de turismo de aventura ofereça ao consumidor a contratação de seguro facultativo que cubra as atividades de aventura. A oferta é prevista em norma; a contratação pelo visitante é opcional. Além disso, há projeto de lei em tramitação (PL 3119/2026) para tornar o seguro obrigatório no turismo de aventura. Quem se estrutura agora sai na frente.
Pode, e é prática comum na cadeia do turismo. Agências e plataformas costumam pedir comprovação de seguro, Cadastur e gestão de segurança antes de fechar parceria com um atrativo. Se você compra de fornecedores, peça o certificado; se você é o fornecedor, ter o seguro pronto abre portas.
Peça o certificado ou o número da apólice do seguro de Acidentes Pessoais do dia da visita: operador sério mostra na hora. Em muitas atrações, a pulseira de identificação entregue na entrada sinaliza que o seguro do dia foi ativado para você. Vale também conferir se o Cadastur do operador, o cadastro oficial do Ministério do Turismo, está em dia: a consulta é pública e gratuita.
É a identificação que muitos atrativos entregam na entrada para mostrar que o visitante daquele dia está na lista de segurados. A pulseira não é a apólice: o que vale é o registro do visitante na apólice coletiva do operador. Ela facilita o controle da operação e vira um selo visível de profissionalismo.
Redes de atrativos, associações e instâncias de governança regional podem estruturar o seguro para várias atrações de uma vez, com escala e padronização. É o desenho mais eficiente por visitante e o que mais fortalece o destino como um todo. Fale com a CDF para desenhar o plano do seu território.
O cadastro da atração leva poucos minutos no formulário online. Depois, a proposta depende da análise da seguradora, que costuma responder em poucos dias úteis conforme a atividade. Estruturas maiores, como redes e territórios, têm desenho sob medida e prazo combinado caso a caso.
Cadastre sua atração para análise
Leva poucos minutos, é gratuito e sem compromisso. Com a análise pronta, você recebe a proposta com o preço por visitante da sua atração.
Prefere ligar? 0800 233 0233